Cortei as garras, agora já sabem quem eu sou, domestiquei-me sem piedade, Sei agora qual o meu destino, conheço a morte das palavras e a morte dos sentimentos, passarei apenas a partilhar as folhas de papel em branco com quem me acolher e, com pena, me colocar uma trela, para que o meu instinto não se solte, outra vez.
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